Curso de capacitação beneficiará moradores de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que tenham interesse em trabalhar ou se aprofundar no segmento. As inscrições já começaram pelo site.
Começar o ano com uma nova perspectiva de trabalho e, quem sabe, uma oportunidade de recomeçar a carreira. É com esse espírito de geração de renda e emprego que o Instituto Escola do Mecânico – projeto mantido e licenciado pela empresa detentora da marca “Escola do Mecânico”, e a ICONIC, líder nacional em lubrificantes – oferecem 15 vagas, que são destinadas, majoritariamente, para pessoas em vulnerabilidade social e mulheres.
Para participar, a pessoa interessada precisa ter mais de 18 anos e morar na região de Duque de Caxias. O curso terá 145 horas e acontecerá de forma presencial, na Escola do Mecânico de Caxias. O conteúdo programático abordará desde questões técnicas de mecânica automotiva até desenvolvimento comportamental. Para se inscrever, basta acessar o link. A aula inaugural está prevista para 27 de março, às 19h, e contará com a presença da Diretora de Tecnologia e Sustentabilidade da ICONIC, Roberta Teixeira, e da CEO e Fundadora da Escola do Mecânico, Sandra Nalli.
“Acreditamos na transformação por meio da educação e, por isso, consideramos que esta é uma oportunidade para impulsionar jovens talentos a entrarem no mercado e apoiar profissionais mais experientes que desejam crescer em suas carreiras. Por meio desta parceria, poderemos qualificar pessoas para atender um setor com demandas específicas e que trabalha com elevados padrões internacionais de inovação, segurança e sustentabilidade”, analisa Roberta Teixeira.
O objetivo do Instituto é capacitar alunos para que desenvolvam autoconhecimento e habilidades técnicas, tornando-os aptos para o mundo do trabalho. Esse é o cerne do Instituto, promover impacto social levando oportunidades de conhecimento do segmento automotivo. “O homem, ao longo da história, foi ocupando seu espaço nessa área, porém, para a mulher, ainda existe um longo processo para quebrar os estereótipos e preconceitos. Um dos caminhos é se qualificar. Ao longo da minha própria trajetória profissional sempre tive que estudar mais, me dedicar mais e me esforçar mais que os homens para provar que também era capaz de estar ali naquela tarefa e, aos poucos, desconstruir essa ideia de que mecânica é só para homens”, afirma a executiva Sandra Nalli, que soma mais de 30 anos de experiência na área.